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Três tendências de Banking as a Service para 2023

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Tendências de Banking as a Service para 2023

A Gartner publicou recentemente uma atualização do seu já conhecido “Hype Cycle”, desta vez aplicado ao segmento bancário, intitulado “Hype Cycle for Digital Banking Transformation”. Para quem não conhece, a Gartner é, dentre as consultorias globais, é a mais conhecida pelas suas pesquisas e trabalhos em tecnologia da informação.

O Hype Cycle da Gartner (algo que pode ser traduzido como “ciclo do que está em alta/na moda”) é uma representação gráfica da maturidade, adoção e aplicação social de tecnologias específicas. Desta vez, a empresa de consultoria aplicou o seu modelo ao segmento bancário para identificar tendências tecnológicas do setor.

A primeira conclusão relevante do estudo é que Banking as a Service (BaaS) vai ser amplamente adotado no mundo todo dentro de dois anos – e é um mercado relevante! De acordo com a Verified Market Research (VMR), o segmento de BaaS valia US$367,41 bilhões em 2021 e, segundo as projeções da própria empresa, deve atingir US$2,45 trilhões até 2030.

É importante destacar que o Brasil é uma das economias mais relevantes no segmento. De acordo com a Introspective Market Research (IMR), o país apresentou uma receita de US$1,39 bilhão em 2021. 

Veja, a seguir, algumas das tendências que a Gartner identificou no segmento de Banking as a Service.

Chatbots em BaaS

Os chatbots têm sido amplamente adotados por muitas empresas ao redor do mundo. Eles são aplicações de Inteligência Artificial (IA) que tentam simular um ser humano na conversação com as pessoas (quem aí lembra do Akinator?), aplicados principalmente no atendimento ao público em sites ou aplicativos. 

A principal mudança advinda com os chatbots é a experiência do usuário. As empresas passaram de uma postura em que “o usuário aprende a interface” para “o chatbot aprende o que o usuário quer”. E isso tem implicações profundas na integração, treinamento, produtividade e eficiência das empresas.

Com a ampla difusão tecnologias de informação e comunicação (TICs) nas empresas elevou o patamar do mercado de IA. Os bancos, em especial, não são mais empresas que possuem uma área de tecnologia. Eles são as empresas de tecnologia – financial technology startups ou, como chamamos comumente, fintechs. E nesse meio, a operacionalização nas unidades de negócios continua elevando a produção e aplicação de chatbots.

Nuvem pública para BaaS

Nuvem pública (ou public cloud) é um modelo no qual a infraestrutura e os serviços de computação são gerenciados por um provedor terceirizado e compartilhados entre várias organizações usando a Internet pública – como o Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Computing (GCP), dentre outros.

A popularização desse serviço se dá com o avanço de outros modelos de negócios, como “infraestrutura como serviço” (IaaS, pela sigla em inglês), “plataforma como serviço” (PaaS) ou o já popular “software como serviço” (SaaS), em que os usuários têm acesso aos serviços mediante uma taxa mensal ou pagamento por uso (pay-per-use).

No segmento financeiro, as nuvens públicas fornecem soluções específicas ao setor, com aplicativos integrados em diferentes níveis, conforme a demanda e regras definidas. Para o BaaS, a nuvem pública deve oferecer ainda mais agilidade ao adequar o uso de dados à demanda, bem como atender às conformidades regulatórias. Por fim, isso leva à redução de custos fixos e de infraestrutura (adeus às antigas áreas de TI).

Aplicativos de pagamento em mensagens de redes sociais

Já falamos por aqui sobre embedded finance, que, de modo geral, significa integrar um ou mais serviços financeiros ao portfólio de uma companhia que não tem nenhum tipo de conhecimento ou expertise no setor. A tendência é que cada vez mais os serviços financeiros estejam integrados em vários segmentos e atividades do dia a dia. 

tendências de Banking as a Service para 2023

Os apps de mensagem abriram uma ampla gama de integração de serviços financeiros. Aqui no Brasil, por exemplo, vimos o WhatsApp, mas lá na Ásia essa integração já é bem mais difundida em apps como Kakao Pay, LINE Pay ou WeChat Pay.

A ideia aqui é que os apps de pagamento dependem das plataformas de mensagens instantâneas para originar transações de pagamento, tornando a experiência de pagamento ainda mais orgânica e natural. O usuário usa a própria interface do app de mensagens para registrar contas de pagamento e para iniciar ou monitorar as transações.

A modernização da infraestrutura de pagamento (como é o caso da nuvem pública) e a capacidade de fazer uso de open finance, de APIs de pagamento e outras aplicações, abrem novas possibilidades para que os apps de mensagens forneçam serviços de pagamentos.

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