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Após liderar o financeiro de dois unicórnios, Mateus Furini junta-se à Swap como co-fundador e CFO

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Em um ano repleto de lançamentos e também uma nova rodada de investimentos de R$135 milhões, a Swap dá mais um passo em sua jornada e anuncia o ex-VP of Finance and Legal da WildLife e ex-CFO da 99, Mateus Furini, como co-fundador e novo CFO e diretor de operações. 

Mateus Furini

Os caminhos da Swap e da 99 se cruzaram novamente. O início dessa relação se deu quando os fundadores da Swap, Ury Rappaport e Douglas Storf, trabalhavam na área de pagamentos da 99 e tiveram um insight: é desafiador para uma empresa fora do setor financeiro desenvolver soluções nesse segmento. 

Depois disso, veio a captação de investimentos que contou com a participação de Ariel Lambrecht, fundador da 99, que garantiu R$17,5 milhões para a fintech. Agora, a contribuição é um pouco diferente: Mateus Furini, CFO da 99 entre 2018 e 2019, entra a bordo da fábrica de fintechs para acelerar ainda mais o crescimento da startup que acaba de atrair R$135 milhões em sua rodada de investimentos Série A.

“Eu estou superempolgado de fazer parte da Swap, minha história com a companhia começou desde a sua concepção, quando ainda trabalhávamos na 99. Fui investidor anjo da empresa e consultor financeiro também. Ver o que o Doug, Ury e Alexandre fizeram nesses primeiros três anos é incrível. O mercado de fintechs é supercompetitivo e cada vez mais abrangente para que o cliente não precise se preocupar em construir toda a infraestrutura dentro de casa.  Isso viabiliza a criar soluções diferenciadas para os nichos, sem terem que arcar com os investimentos iniciais elevados”, destaca Furini. 

Em janeiro de 2018, quando a 99 foi adquirida pelo equivalente a US$1 bilhão pelo grupo chinês Didi Chuxing, dono do maior aplicativo de transportes da China, Furini foi selecionado pela companhia como CFO Brasil. Inicialmente, foi responsável por toda a integração entre as duas companhias no país. Em poucos meses, assumiu como CFO LatAm.

Furini saiu da 99 em maio de 2019 e desde então atuava como Vice President of Finance and Legal da Wildlife Studios. A Wildlife é a maior empresa de games para smartphones da América Latina e passou para o status de unicórnio em dezembro de 2019 com uma forte contribuição do Furini na primeira captação. A entrada no seleto grupo se deu após aporte de US$60 milhões liderado pelo fundo americano Benchmark Capital, investidor do Uber, Twitter e Snapchat.

Sua experiência liderando cenários de alto crescimento o qualifica para a missão de acelerar ainda mais a expansão da Swap, e os desafios são diversos. Furini observa que  apesar da Swap já ter muitas soluções e produtos, ainda está na fase inicial da jornada. 

“Em minhas experiências passadas, fui cliente de soluções de meios de pagamentos e tenho certeza que conseguimos oferecer um novo benchmark de qualidade para toda a indústria. Tenho como meta pessoal utilizar tudo o que aprendi como cliente nesses anos para criar soluções inovadoras e mais rentáveis para os nossos parceiros”, diz. 

Novos produtos e serviços

2021 é o ano da Swap: em março a fábrica de fintechs lançou sua vertical voltada para empresas do segmento de benefícios flexíveis, o Multiflex e em agosto revolucionou o mercado brasileiro com o lançamento da primeira solução White Label (BaaS) para plataformas de Buy Now Pay Later (BNPL) no Brasil. Em setembro, em linha com sua trajetória recente, a Swap lançou o Float, a solução para empresas que têm ou desejam ter operações de crédito. Com o Float, a startup oferece toda a infraestrutura para que as fintechs se concentrem no essencial: oferecer crédito e analisar os dados para aprimorar seus modelos para concessão de crédito.

Além disso, em outubro de 2021, a Swap atraiu R$135 milhões em sua rodada de investimentos Série A, liderada pela Tiger Global. O aporte teve ainda a participação da Endeavor e de investidores como Justin Mateen, co-fundador do Tinder, Rahul Mehta, managing partner da DST Global, além dos fundos ONEVC, GFC e Flourish, que decidiram reforçar a parceria com a startup mais uma vez. 

Douglas Storf, CEO da Swap, destaca que neste momento a Swap vai reforçar o posicionamento de ser o parceiro end-to-end de seus clientes.

“Vamos oferecer cada vez mais produtos e serviços que vão além da infraestrutura básica e, por isso, é valiosa a expertise de um diretor financeiro com uma bagagem diversa como a do Furini. Além de nos ajudar no dia a dia da operação, ele tem a competência necessária para ajudar na estruturação de produtos financeiros”, explica Storf.

O novo CFO da Swap aponta que há muitas oportunidades que podem ser exploradas para o avanço da Swap.

“A fórmula para o crescimento da Swap não tem segredo: Apoiamos aqueles que têm a coragem e a criatividade para criar soluções que são imbatíveis para o consumidor final.”

Ele ressalta que o mercado financeiro está passando por uma revolução que começou silenciosa, mas que é irreversível.

“Soluções inovadoras como benefícios flexíveis e Buy Now Pay Later ainda estão no começo da sua adoção, mas atendem a necessidades reais do consumidor e, sem dúvida, serão muito relevantes. A Swap apoia iniciativas que já nascem focadas na experiência do cliente e as acompanha ao longo de toda a nossa jornada”, diz.

Vale destacar que a Swap teve uma expansão de 300% em sua base de clientes no último ano e tem demonstrado um crescimento relevante, com a receita dobrando a cada trimestre e um crescimento de volume financeiro processado de 30% ao mês nos últimos 12 meses, acumulando 7500% de crescimento nesse volume no ano. 

Mastercard Start Path

Além dos lançamentos deste ano, a Swap também foi selecionada para o Start Path, programa de aceleração da Mastercard para startups que querem escalar seus negócios. Com isso, a Swap passa a fazer parte de uma rede global de inovadores construindo o futuro do mercado de pagamentos.

“A parceria com a Mastercard é fundamental para viabilizar novos produtos, principalmente para pessoas que hoje estão desbancarizadas. Como emissores e processadores de cartões pré-pagos Mastercard, conseguimos gerar ganhos para novos projetos e uma rede de aceitação de milhões de estabelecimentos globalmente. Nossa seleção para o Starpath é mais uma evidência do quanto os novos modelos de negócios ligados à inclusão financeira e digitalização da economia  são estratégicos para a Mastercard”, conclui Furini.

Anualmente, aproximadamente 1.500 startups de todo o mundo são avaliadas para entrada no programa, mas apenas cerca de 40 delas são aceitas. Este ano, até o momento, a Swap é a única empresa brasileira presente no programa. Mas outras 10 fintechs também foram aprovadas nesta edição, sendo elas, Finmod, Flourish, GenEQTY, Karri, KeyChain Pay, Kwara, Layer, Osper, upSWOT e Wellthi

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