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A jornada da Portão 3 no BaaS

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Hoje vamos falar da Portão 3, uma travel tech com uma plataforma de turismo para gestão de viagens corporativas e que tinha em seu business alguns desafios, como: 

  • Inovar em um mercado bastante tradicional; 
  • Trazer segurança nas operações; 
  • Reduzir fraudes com os dados dos clientes; 
  • Gerar economia dos gastos com viagens corporativas; 
  • E também simplificar o processo de conferência e validação desses gastos.

Além de todos esses desafios, a Portão 3 ainda precisava buscar um parceiro que pudesse ajudar com tudo isso.  Foi assim que a travel tech encontrou a Swap e demos início a um projeto ágil, rápido e com resultados acima do esperado.

Acompanhe a jornada da Portão 3 na implantação da solução da Swap.

A Portão 3 e o seu desafio

A história da Portão 3 começou em 2019, quando os fundadores, Fernando e Bianca perceberam que havia uma lacuna muito grande nos serviços de viagens que eram prestados às empresas. 

“Trabalhei com consultoria nos últimos cinco anos. Eu viajava com frequência e cheguei a fazer até seis viagens por semana. Esta experiência me permitiu perceber que esse é um mercado com pouca evolução tecnológica, pouca digitalização”, Fernando Nery, Co-Founder.

Havia uma grande oportunidade aí. O mercado do turismo de lazer já proporcionava uma boa experiência para as pessoas físicas, com plataformas com uma boa UX, uma interface amigável e simples.

Mas Fernando observou que no mercado de viagens corporativas a lógica era outra: “a experiência era ruim, processos manuais, burocráticos, difíceis, mesmo com um volume pequeno de viagens”.

Então, uma semana antes do lockdown, por conta da pandemia da Covid-19 em 2020, o Produto Mínimo Viável (MVP, da sigla em inglês) foi lançado no mercado e a Portão 3 começou a operar. 

Apesar da pandemia, alguns setores permanecem aquecidos em termos de viagens corporativas. Ainda tinha muita gente viajando a trabalho, por outro lado, havia um problema no modelo de negócios que levou várias agências de turismo à falência. 

Aí a segunda oportunidade bateu à porta da Portão 3.

Por que o a Swap como parceiro de Banking as a Service (BaaS)?

Com o negócio em operação, alguns problemas começaram a surgir. “O turismo corporativo até então seguia um modelo de faturado. As agências negociavam um pouco mais de prazo para pagamento e faziam o meio de campo entre clientes e outros agentes, como hotéis e companhias aéreas”, observou Fernando.

Mas as empresas estão constantemente em busca de economizar, especialmente quando se tratam de custos relevantes, como é o caso das viagens corporativas. Acontece que o modelo faturado possui suas limitações. 

A alternativa, nesse contexto, seria usar o cartão de crédito corporativo. Era uma alternativa que possibilitava a tão esperada redução de custos, mas que gerava um baita trabalho para fazer a conciliação do cartão de crédito.  

Só que esse nem era o maior dos males. “Comumente os dados dos clientes eram passados pelas agências aos hotéis por e-mail. A segurança era muito baixa e o risco de fraude era muito alto”, disse Fernando. 

Daí teve início a busca por alternativas que levaram ao grande insight: “por que não usamos o cartão virtual de uso único para permitir que a conciliação seja mais efetiva?”

O desafio passou a ser como fazer e com quem fazer. Durante as buscas por parceiros, muitos concorrentes falaram “não, a gente não faz isso”. Foi aí que, por conta de uma matéria na imprensa, Fernando chegou até nós da Swap. 

“O que foi muito legal da Swap desde o dia zero é que eles acreditaram nesse sonho junto com a gente. Então quando encontrei o contato deles, peguei o telefone, liguei e perguntei: ‘Podemos falar amanhã?’ Eles toparam e avançamos”, descreveu Fernando.

O processo de desenvolvimento da solução para a Portão 3

Após a primeira conversa, tudo avançou muito rápido. Em quatro dias já havia uma proposta de trabalho na mesa que, após aprovada, deu início ao trabalho do desenvolvedor que integrou tudo em quatro dias. Ou seja, em duas semanas a gente já tinha o mínimo para rodar junto aos nossos clientes. 

Fernando destacou que, “com a Swap não foi algo como ‘tá aqui as minhas APIs e pode usar’, mas a abordagem foi outra, muito mais, ‘tá aqui minhas APIs, como a gente pode construir isso juntos?’”

Daí em diante, o processo seguiu em sprints que foram automatizando e integrando ainda mais a solução de BaaS da Swap com a plataforma da Portão 3.

Para dar início à operação, rapidamente a Portão 3 teve a seu dispor cartões virtuais de uso único (Single Use Virtual Card Number –  VCN). Mas não parou por aí, pois ainda durante as primeiras semanas do projeto, os cartões virtuais de múltiplos usos já estavam ativos para os clientes proporcionando uma experiência ainda melhor.

“Quando chegou o momento de  efetivamente começar a resolver as coisas, tivemos duas ou três reuniões seguidas com o time de produtos que colocaram a mão na massa e entregaram a solução”, reforçou Fernando.

Como resultado dessa jornada, nasceu o Bank 3, o meio de pagamento da Portão 3 que veio para solucionar um problema do mercado tradicional de viagens. As empresas costumavam pagar faturado, ou seja, pagavam semanas depois que a viagem havia ocorrido e isso deixava as agências de viagem sem caixa. 

Durante a pandemia, essa dor ficou ainda mais evidente e se mostrou um problema que o Bank 3 veio para resolver. “Por ser a ponta final da integração de viagens, é o nosso meio de pagamento principal e com ele resolvemos várias dores”, observou Fernando.

Quais os resultados obtidos?

Fernando Nery e Bianca Junqueira, Co-founders da Portão 3

Fernando observou que “os resultados foram imediatos, no mesmo mês já estávamos usando o produto”. E completou que “um trabalho que, para nossos clientes, levava horas, já estava levando alguns minutos, como é o caso da conciliação dos dados do cartão com as contas da empresa”. 

Para Fernando, mandar os dados dos clientes para vários lugares ao redor do Brasil todo mês gerava uma preocupação muito grande. “A propensão à fraude era enorme, mas o uso do cartão virtual ajudou a reduzir o número de fraudes”.

E reforça que, “desde o final de outubro, já transacionamos mais de R$ 20 milhões. Desse valor, R$ 5 milhões foram somente no mês de junho de 2021. Esperamos crescer ainda mais ao longo dos próximos meses”.

No final das contas, ficou latente que “a Swap adora receber ligação de cliente”, concluiu Fernando, “pois o time da Swap nos ouviu e trouxe consigo essa vontade de entender nossa urgência e fazer acontecer rápido. Esses foram os grandes diferenciais desse projeto”.

Em resumo, os ganhos obtidos com a parceria entre a Portão 3 e a Swap foram: 

  • Time-to-market: em menos de uma semana de integração a solução já estava em operação e gerando resultados para o negócio;
  • Conciliação bancária: o cartão nasce conciliado na fatura, não há mais a necessidade de gastar horas conciliando os gastos com viagens e hospedagens. O processo de reservas (que há pouco tempo era manual) e de faturamento, agora é automatizado e, com o uso do cartão, ainda é possível oferecer crédito para alguns clientes;
  • Segurança: mercado de viagens é um dos mais fraudados do mundo, mas com a solução da Bank 3, o número de fraudes caiu drasticamente;
  • Privacidade dos dados: passar informações como número do cartão e outros dados dos clientes para o hotel por meios poucos seguros, como o e-mail que, no final das contas era impresso, anotado e deixado no balcão, definitivamente não possuía privacidade alguma, mas com o uso de cartões virtuais e contas digitais, esse problema também foi sanado.

Mas o crescimento não para e a Portão 3, junto com a Swap, continuam evoluindo. O Bank 3, sempre atento aos seus clientes e com todo suporte da Swap, avança para novas soluções como programas de milhas, por exemplo. 

Demais, não é? E essa história está apenas no início.

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